quarta-feira, 14 de abril de 2010

Abertura da Temporada de Montanhismo 2010

Festa de Abertura da Temporada de Montanhismo 2010
Venha participar da festa de abertura da temporada de montanhismo 2010! O evento é aberto a todos os interessados. Haverá festival de slackline, oficinas técnicas, exibição de curtas de montanha e escalada e caminhadas.
Data: 08 de maio de 2010
Local: Parque Estadual do Jaraguá
Horário: das 9h às 17h

Festival de Slackline
Circuito aberto ao público adulto e infantil das 11h às 13h.
Campeonato de slackline às 14h.
Modalidades: circuito e malabrismo
Categorias: master e iniciante, feminino e masculino
Inscrições: antecipadas R$15, no dia R$20.
Para fazer a sua inscrição antecipada clique aqui

Oficinas Técnicas
Oficinas de técnicas de escalada. As oficinas são gratuitas havendo a necessidade de inscrever-se no dia para participar. Inscrições no auditório a partir das 9h.
- 9h Introdução à escalada em rocha: para os interessados em aprender as técnicas básicas de escalada em rocha e ter a oportunidade de escalar em top-rope (Campo 1). Aberta somente aos filiados FEMESP.
- 10h Nós e voltas: os nós e voltas mais utilizados em escalada em rocha e montanhismo. Aberta a todos os interessados.
- 11h Auto-resgate para escalada em rocha: Algumas técnicas de auto-resgate para escalada em rocha. Oficina aberta somente para escaladores.

Curta-metragens de Escalada e Montanhismo
Os filmes serão proijetados no auditório do Parque a partir das 14h.

- Caminho Teixeira
Sinopse: Em abril de 1912, cinco jovens brasileiros resolvem subir o Dedo de Deus. Os pioneiros mal sabiam o que era montanhismo, mas este fato não os impediu de levarem a pátria no pensamento e a bandeira do Brasil até o cume do grande monolito, que se transformou num símbolo do montanhismo nacional.
Direção: Alexandre Diniz
Roteiro: Alexandre Diniz
Produção: Gustavo Sampaio
Direção de fotografia: Seblen Mantovani
Montagem: Sancho Corá
Still: Luiz Paulo Leão e Silvia Batalha
Narração: André Ilha
Elenco: Gustavo Sampaio, Boris Flgr, Flavio Carneiro, Arthur Estevez, Éric Silvestrin e Pedro Diniz

- Uruca
Sinopse: Num domingo perfeito para a escalada em rocha, Hugo e Felipinho tentam subir por uma das vias mais exigentes e cobiçadas do Pão-de-Açúcar, a “Uruca”. Além de toda concentração e técnica necessárias, os dois enfrentam vários contratempos, que aumentam ainda mais o desafio.
O curta Uruca foi feito em 10 meses, com uma equipe de 4 pessoas, com o objetivo de divertir a platéia do Odeon durante a 8ª Mostra de Filmes de Montanha no Rio. Esse objetivo foi alcançado e superado com a conquista de dois prêmios no festival, incluindo o de Melhor Filme em 2008. Até o início de 2010, a aventura de Hugo e Felipe já foi exibida em mais de 35 festivais em 17 países, foi premiado 8 vezes (5 internacionais), recebeu 24 indicações a prêmios, além de ser a primeira produção nacional selecionada para a Banff World Tour, o que pode significar exibições em todo o planeta chegando a 577 mostras, durante 2010.
Direção, roteiro e animação: Erick Grigorovski
Música: Caio Braga
Narração: Felipe Assad
Consultoria: Sérgio Pranzl

- A saga no Monte Roraima para a conquista da via Luz e Trevas
Sinopse: Eliseu Frechou, Marcio Bruno e Fernando Leal conquistaram, no dia 22 de janeiro deste ano, uma nova via de escalada no Monte Roraima (2.875m de altitude). A nova via, um Big Wall, recebeu o nome de Guerra de Luz e Trevas, sendo graduada em D6 6° VIIa A3 J4 / 650m. Foram 12 dias de conquista com chuva ininterrupta por 4 dias, animais e muito mato, afinal estavam em meio a floresta Amazônica.

Documentário de Eliseu Frechou para ESPN Brasil

- O Dia Santo
Sinopse: Na sexta-feira santa, dia 10 de abril de 2009, os escaladores Leandro (Pardal) Costa de São Bento do Sapucaí e o paranaense radicado em São Paulo, André (Belê) Berezoski, encadenaram o que pode ser o boulder mais difícil do país, situado nos blocos dos Serranos, São Bento do Sapucaí (SP). O vídeo mostra o dia a dia do escalador Belê, suas dificuldades, sua percistência e estratégia para conseguir a encadenação.
Direção, roteiro: Carlos Eduardo Lewy
Música: Cacá
Narração: Bele

Como chegar ao parque estadual do Jaraguá
Com o próprio carro desde São Paulo:
Tomando a Via Anhanguera, SP 330, com início na ponte Atílio Fontana. Do topo da ponte sobre o rio Tietê são 4,4Km aproximadamente até a entrada da Estrada Turística do Jaraguá (23°29’40”S, 46°45’59”O), entre a direita, antes da passarela. Não há placas evidentes. Siga em frente por 550 m até o semáforo, tome a esquerda e siga a via principal, são mais 4,5Km até a rotatória que dá acesso ao topo, siga mais 600 metros e entre a esquerda na portaria do parque, identificada por um grande totem. O endereço oficial da entrada é R. Antonio Cardoso Nogueira, 539. (23°27’32”S; 46°45’19”O). A estrada Turística do Jaraguá termina na rotatória de acesso ao topo. Suba em frente ligeiramente a direita deixando a área de churrasqueiras a esquerda. Na parte alta da rua verá uma construção antiga a direita, vire na primeira a direita e estacione. O auditório está a menos de 100 m, na entrada da Trilha do Silêncio (23°27’42”S; 46°45’28”O).

Chegando de ônibus:
Duas linhas chegam de São Paulo: 8040-47 "Lapa - Sol Nascente", saindo das proximidades do Mercado da Lapa, R. Conrado Moreschi, 47 e 8696 "Praça Ramos – Jaraguá". Há ponto na rotatória de acesso ao Pico. Siga cerca de 150 metros até um portão do Parque ao lado direito (deverá haver um guarda). Entrando neste portão são mais 200m subindo, vire a direita e mais 150 metros.
Fonte: Femesp

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Costa Rica investe na certificação de turismo sustentável para atrair visitantes

A busca constante pela sustentabilidade é uma característica marcante da sociedade costarriquenha. Para as empresas e empreendimentos turísticos da Costa Rica, ser sustentável e reconhecido como tal pelo mercado internacional e turistas tornou-se uma verdadeira obsessão. A rica biodiversidade e os cuidados para a sua conservação transformaram esse pequeno país da América Central em referência mundial de ecoturismo e de compromisso com a sustentabilidade do planeta.
“A biodiversidade é nosso ovo de ouro”, resume Patrícia Forero, consultora de turismo e diretora da Horizontes Nature Tours, uma das maiores operadoras do país. Ela foi palestrante do III Seminário O Desenvolvimento Sustentável do Turismo: Caso Costa Rica, realizado na quarta-feira (7), em Brasília. O tema abordado por ela foi a Certificação da Sustentabilidade Turística, implantada em 1997.
O movimento pela sustentabilidade atingiu cidadãos, famílias, executivos, trabalhadores e autoridades na Costa Rica. Não há legislação a respeito, tornando compulsória a atitude de ser sustentável, desde os pequenos hábitos do dia a dia até a rotina operacional de escritórios, lojas, fábricas, órgãos públicos, entre outros.
O setor de turismo sempre foi um grande aliado da natureza, segundo Patrícia. Hotéis, bares, restaurantes, operadoras e agências turísticas, empresas de transporte, fornecedores de serviços e produtos, entre outros, praticam a sustentabilidade espontaneamente, acrescentou.
A Costa Rica foi o primeiro país no mundo a implantar a Certificação de Sustentabilidade Turística, inicialmente no segmento hoteleiro. Atualmente existem 150 hotéis de todos os portes que contam com essa certificação.
Em 2006, o instrumento foi estendido às operadoras de turismo. No momento, há 148 delas certificadas e 100 aguardando a auditoria da comissão, composta por representantes do governo, mercado e sociedade, responsável pelo processo de certificação. Todos desejam fazer parte do turismo sustentável da Costa Rica, diz a consultora e empresária costarriquenha.
“A certificação reflete uma filosofia de vida”, esclarece Patrícia. A reciclagem, como exemplo, prática fundamental para viabilizar a sustentabilidade, é praticada pelas empresas de todos os setores produtivos, ao dedicar um dia da semana para as tarefas de separar os resíduos produzidos. “A reciclagem é responsabilidade de cada um e envolve desde o diretor até o jardineiro”, informa.

Certificação gratuita - Qualquer empreendimento, empresa e até cidadão, fornecedor da cadeia produtiva do turismo, pode pleitear a Certificação de Sustentabilidade Turística. O processo é totalmente gratuito. Uma relação composta por 108 itens, que se referem a novas atitudes e modos de executar tarefas, deve ser seguida pelos pretendentes à certificação.
“Organizando-se bem, uma empresa pode conseguir a certificação em oito meses”, afirma. “É acessível e fácil”, garante. No setor hoteleiro, a adequação aos itens exigidos pode levar entre um ano a ano e meio, estima. O instrumento vale por dois anos. Há auditorias durante esse período. A implementação das ações implica em custos para a empresa, que quer se tornar sustentável. Por este motivo, o processo de certificação é gratuito.
A certificação possui quatro níveis. Quanto mais alto, significa maior comprometimento e atitudes sustentáveis em prática. Tudo é feito por escrito e com fotos. E quando o auditor da comissão, responsável pela certificação, vai à empresa, empreendimento ou fornecedor, é preciso mostrar que existem pelo menos duas maneiras de executar a mesma tarefa de modo sustentável.
Após o período de seis meses de carência, é possível buscar um nível superior. “Os turistas preferem hotéis, restaurantes e serviços de transporte e entretenimento certificados. É comum, em licitações públicas e cotações de preços do setor privado para contratar pacotes turísticos, a exigência dos níveis 3 e 4 da certificação, para participar delas”, informa.
Fonte: por Agência Sebrae de Notícias

quarta-feira, 10 de março de 2010

Chapada dos Guimarães - MT

A Chapada dos Guimarães localiza-se cerca de 69km ao norte de Cuiabá, no centro do Estado de Mato Grosso, no planalto que funciona como divisor de águas entre a Bacia do Prata e a Bacia Amazônica.
Parque Nacional da Chapada dos Guimarães - Criado em 1989, abriga inúmeras chapadas, onde predomina a vegetação de cerrado —um dos cartões-postais de Mato Grosso—, gruta e caverna. O parque não possui guias próprios para fazer as trilhas que levam às atrações, por isso o ideal é contratar o serviço antes de pegar a estrada.
Freqüentemente, a entrada do parque é fechada por conta de queimadas. Nesse caso, o visitante pode apreciar a imensidão de morros em mirantes fora do parque e desfrutar de banho de cachoeira em uma propriedade particular próxima.

Dentro do parque:
Véu de Noiva - A cachoeira mais famosa do parque tem 86 metros de altura e é um dos cartões-postais da Chapada. Acesso foi fechado por conta de um acidente.

Circuito das cachoeiras - Uma seqüência de sete quedas, a primeira delas conhecida como cachoeira do Pulo, boa para banho.

Cidade de Pedra - As formas esculpidas pelo vento e pela erosão lembram ruínas de uma cidade. Acesso pela estrada para Água Fria (14 km de estrada de terra e areia).

Casa de Pedra - Caverna de arenito formada pelo rio Sete de Setembro onde é possível conhecer um pouco da história geológica da região. O acesso é feito por uma trilha de 12 km. Localizada no lado oposto da cidade de pedra.

Morro de São Jerônimo - Com quase 900 metros de altitude, é o ponto mais alto da Chapada dos Guimarães. Para chegar até o topo, é necessário fazer uma caminhada de 12 km, que deve ser acompanhada por um guia.

Caminho das Águas - Cachoeiras em seqüência dão nome ao roteiro que passa por sete delas.

Caverna Aroe-Jari e Gruta da Lagoa Azul - Também conhecida como Caverna do Francês, a gruta é considerada a maior do Brasil, com 1.550 metros de extensão. O local pode ser visitado apenas com o acompanhamento de um guia. A trilha até a caverna tem 2,5 km de extensão. A partir da caverna, mais trinta minutos de caminhada, você chega à Gruta da Lagoa Azul, onde o banho não é permitido. Acesso pela MT-251, sentido Campo Verde.

Fora do parque:
Complexo turístico da Salgadeira - Área com lanchonetes, restaurantes e duas cachoeiras para banho, no km 43 da MT-251, no caminho para a cidade de Chapada dos Guiamarães. Costuma ficar cheio aos finais de semana.

Portão do Inferno - No caminho para a entrada do parque, após passar o complexo turístico da Salgadeira, o local tem mirante com uma das melhores vistas da chapada. Há estrutura de lanchonete no local.

Mirante da Chapada - Conhecido como Centro Geodésico da América do Sul, por ficar a 1.600 km do oceano Pacífico e do Atlântico, o mirante permite avistar boa parte da chapada, a cidade de Cuiabá e o vale do rio Cuiabá. Dá para passar o dia inteiro por lá, admirando as diferentes fases do sol. A 8 km da cidade de Chapada dos Guimarães pela MT-251.

Cachoeirinha e Cachoeira dos Namorados - A poucos minutos da entrada principal do parque, em direção à cidade de Chapada dos Guimarães, uma cachoeira de 15 metros de altura que lembra uma pequena praia e outra cuja piscina natural tem formato de coração. Ambas ficam dentro de uma propriedade particular. É opção quando o parque nacional está fechado. Entrada paga.

Igreja de Nossa Senhora de Santana - Tombada pelo patrimônio histórico, é a construção mais antiga da cidade de Chapada dos Guimarães. Construída no ano de 1779, conserva as imagens de Santa Ana do Santíssimo Sacramento, Santo Inácio de Loyola e São Francisco Xavier. Praça Don Wunibaldo, a principal da cidade, no centro.
Fonte: www.viagem.uol.com.br

sábado, 6 de março de 2010

Quixadá - Ceará

Quixadá é uma opção de turismo e aventura no Nordeste que não envolve praia.
A cidade está plantada entre os monolitos do sertão central. O mais famoso deles tem a forma de uma galinha e ficou conhecido por Galinha Choca. A pedra é o cartão postal da cidade e pode ser vista de qualquer ponto da cidade.
O Açude do Cedro, mandado construir pelo Imperador Pedro II, é talvez a referência mais antiga sobre a cidade. Sua construção demorou 25 anos. Mais recentemente construíram um santuário dedicado a Nossa Senhora do Sertão.
Conhecida como a terra dos monolitos, Quixadá possui um tipo de formação rochosa que é única no mundo pela altura que as pedras atingem. Por isso a região é muito procurada para a prática de esportes radicais como rapel e montanhismo e sedia uma etapa do campeonato mundial de vôo livre e parapente.
Entre as trilhas ecológicas mais conhecidas da região destacam-se a Trilha do Boqueirão (Fazenda Reduto), a Trilha Cabeça do Gigante (Fazenda Santa Fé), a Trilha da Barriguda (Fazenda Magé) e a Trilha das Andorinhas (Fazenda Junco).

Dicas:
-Conheça a Serra do Estevão. Localizada a 12 km de Quixadá, o lugar é um paraíso coberto de vegetação a 400 metros de altitude. Estando lá, não deixe de conhecer a Capela de Nossa Senhora da Conceição, construída em 1903 em estilo barroco. A serra também abriga outro ponto turístico da região, o Mosteiro da Santa Cruz, também construído em 1903, em estilo colonial.
-Fotografe a Pedra da Galinha Choca, o monolito mais famoso da cidade. Segundo a lenda, ela seria a mãe de todas as outras pedras e já teria mudado de localização.
-Visite a Pedra do Cruzeiro, localizada no centro da cidade e a Pedra Falante, ou Faladeira – assim conhecida por reproduzir as vozes emitidas no seu sopé.
-Confira o artesanato da região – em tecelagem, trançado, couro e renda.
-Não deixe de conhecer o Açude do Cedro, o sétimo maior reservatório de água do Ceará. Dispõe de locais para banho, pesca de barco e para prática de esportes náuticos.
Fonte: http://roteiroceara.uol.com.br

Aracati / Canoa Quebrada

A fama de Aracati corre o mundo, com sua praia conhecida internacionalmente, Canoa Quebrada. Além do conjunto arquitetônico tombado pelo IPHAN, testemunho da época em que o porto natural recebia comerciantes portugueses e de outros estados brasileiros em busca da carne de sol, a beleza das dunas e das falésias faz o pano de fundo perfeito para passar o dia sob o sol, saboreando uma água de coco ou aproveitar uma das noites mais animadas de todo o estado do Ceará, com restaurantes de diversas especialidades internacionais, bares e boates.
Temos que agradecer aos hippies, principais descobridores modernos desse paraíso na Terra, lá pelos anos 1970. De lá pra cá, a região mantém a sua beleza, mas sua estrutura receptiva evoluiu e muito. As jangadas ainda passeiam e trabalham na pesca por lá, o peixe frito e o caranguejo no leite de coco são as jóias gastronômicas.

Praia de Canoa Quebrada
Com suas falésias de areia colorida, jangadas e areias brancas. Isso sem esquecer a estrutura de bares e restaurantes e, é claro, do show da natureza no pôr-do-sol sobre o mar.

Passeios de Bugue
Escolha entre diversos roteiros de passeios de bugue, grande meio de conhecer diferentes praias e também o ateliê dos artistas que fazem as famosas garrafinhas de areias coloridas.

Lagoa do Mato
Localizada entre Fontainha e Quixabá, é uma região formada por dunas, coqueiros e falésias coloridas.

Majorlândia
Com as esculturas gigantes nas falésias que surpreendem pela riqueza de detalhes. Possui também um efervescente carnaval.

Broadway
O sugestivo nome para a rota do agito noturno de Canoa Quebrada.

Passeio de jangada
Experimentando um pouco das técnicas de pesca artesanal.

Artesanato:
Destaque para as famosíssimas garrafinhas de areia e também para as rendeiras que trabalham o bilro, em peças conhecidas como labirinto, de origem árabe.

Fonte: www.turismobrasil.gov.br

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

São Joaquim - Santa Catarina


São Joaquim é uma das poucas cidades onde há neve no Brasil. É isso mesmo que você leu: neve. A cidade é famosa por ser a mais fria do país e uma das únicas onde esse espetáculo ocorre todos os anos. A paisagem não poderia ser mais propícia a essa temperatura: muito verde, cachoeiras, vinho e boa comida.
O charme e o romantismo da cidade são as coisas mais procuradas pelos turistas, que podem encontrar excelência na estrutura da cidade. Bons hotéis, ótimos restaurantes, passeios lindos e muita tranquilidade. Fincada na Serra Catarinense, São Joaquim fica a apenas 100km do litoral.

Snow Valley (Vale da Neve)
Trilhas que passam por uma floresta com árvores centenárias e cachoeiras. Na entrada do vale há pomares de maçã e, ao longo do percurso, muros de taipa que foram erguidos no início do século. Oferece equipamento para a prática de tirolesa, arvorismo e pêndulo.

Serra Catarinense
É o lugar ideal para curtir a vida rural, o frio do inverno e o aconchego das pousadas e hotéis-fazenda. É possível praticar cavalgadas, rapel e outros esportes em meio à natureza. Desfrutar um bom churrasco e conversar em volta do fogo de chão são os melhores jeitos de espantar o estresse.

Atrações:
Salto do Rio Caveiras
Localizada na cidade vizinha de Lages, o Salto do Rio Caveiras possuem muitas quedas d’água e uma área verde própria para camping. O visitante pode conhecer a primeira usina hidrelétrica construída na região – o lago da represa é usado para esportes náuticos. Acesso a 20 km do Centro.

Cascata Véu de Noiva e Cachoeira do Rio dos Bugres
A cascata tem 25 m e o local é próprio para a prática de rapel. Acesso pelo Km 6 da estrada do Morro da Igreja. Já a cachoeira é a maior queda d’água do município, com 120 m de altura. O visitante pode conhecer as cavernas que ficam nos arredores. Rio dos Bugres, a 15 km do Centro.
Vinícola Villa Francioni
A vinícola oferece passeios guiados pelos setores de produção e elaboração do vinho. Há espaço para degustação e compras. Acessos pela SC-430 e SC-438. As visitas devem ser agendadas.

Ecoturismo
As cidades da região têm muitas opções para o ecoturismo e a prática de esportes radicais. O visitante pode fazer rapel em cachoeiras de mais de 100 m de altura, canoagem, cavalgadas por caminhos deslumbrantes, caminhadas ecológicas, vôo livre (asa-delta e parapente), pesca esportiva de trutas, tirolesa, arvorismo, montain bike, montanhismo e expedições. Destaque para a cavalgada na Coxilha Rica, um dos poucos lugares que ainda conservam características originais do antigo Caminho dos Tropeiros, incluindo o único trecho preservado de um corredor de taipa (muro construído com pedras) erguido para evitar a dispersão das tropas.

Gastronomia:
O churrasco e a comida campeira tradicional compõem o cardápio da culinária local, que inclui o arroz carreteiro, o feijão tropeiro, o pinhão – assado na brasa ou misturado a inúmeras receitas, como a paçoca de pinhão –, a rosquinha de coalhada, o arroz com charque e doces feitos com maçã. Nos últimos anos, a truta – criada nos rios gelados e de águas limpas da região – foi incorporada ao cardápio. A combinação de truta com pinhão é uma refeição surpreendente.
Fonte: www.turismobrasil.gov.br